Há qualquer coisa de mágico no movimento de uma raia. Desliza pela água como se voasse, indiferente ao mundo que a observa do outro lado do vidro.
Nesta imagem, a luz que atravessa a superfície encontra o azul profundo do Oceanário de Lisboa e envolve o animal num cenário quase irreal. Por breves instantes, o oceano parece não ter fundo nem horizonte, apenas silêncio, movimento e liberdade.